A investigadora do Instituto do Oriente em parceria com o investigador Kumru F. Toktamis acaba de publicar a sua mais recente obra “Everywhere Taksim: Sowing the Seeds for a New Turkey at Gezi”. A obra relata como no mês de maio de 2013 um grupo de estudantes acampou na praça de Taskim em Istambul e como a polícia reagiu com violência. Os protestos rapidamente se alastraram tornando-se em oposição ao regime turco. Esta obra reúne um vasto trabalho de campo, estatística, análises teóricas e comparações entre vários países.

O investigador integrado Nuno Canas Mendes será o coordenador do painel da língua portuguesa na próxima conferência "Timor-Leste: o local, regional e global", a decorrer em Dili, de 9 a 10 de Julho de 2015, organizada pela Timor Leste Studies Association (TLSA).
O Call for Papers está aberto até 27 de Março.
Para mais informações: http://www.tlstudies.org/ConferencePor2015.html
No passado dia 16 de fevereiro, a novo livro de investigador Luís Cunha, intitulado "China na Grande Guerra - À Conquista da Nova Identidade Internacional", foi motivo para um artigo no jornal Diário de Notícias (artigo para consulta em anexo). Já no passado dia 29 de Janeiro o investigador foi entrevistado pelo jornal Hoje Macau revelando que "a China iria transformar-se num mero joguete de nipónicos, caso aceitasse as suas regras".
A entrevista completa está acessível em http://hojemacau.com.mo/?p=81736.
O investigador lançou também no início do ano um novo capítulo "China's Techno-Nationalism in the Global Era" na publicação internacional "Asian Business and Management Practices: Trends and Global Considerations", disponível em http://www.igi-global.com/chapter/chinas-techno-nationalism-in-the-global-era/116578


O estado actual da comunidade macaense foi o tema da entrevista ao investigador Carlos Piteira por Leonor Sá Machado do jornal Hoje Macau, no passado dia 26 de Janeiro. Abaixo um pequeno excerto da entrevista:
O ano de 2014 ficou marcado como o ano de celebração dos 15 anos da RAEM. Fazendo uma retrospectiva, como vê e caracteriza o estado actual da comunidade macaense no território?
De uma forma simplificada direi que ao longo destes últimos 15 anos do período pós-transição, a singularidade de Macau enquanto espaço da RAEM (Macau/China) saiu reforçada no que toca à sua afirmação identitária, por sua vez, já no que se refere à identidade do grupo de macaenses, provavelmente terá sido mitigada em termos da sua especificidade, o que não quer dizer que a comunidade esteja enfraquecida. Perderam-se apenas algumas referências que lhes dava mais notoriedade como grupo étnico, nomeadamente o facto de ser o grupo híbrido interlocutor entre uma administração portuguesa e o poder chinês sempre presente no território.
Há quem diga que a comunidade macaense nunca será uma parte significativamente sonante em Macau. Concorda com esta ideia?
Pelo menos a realidade não tem sido essa. O segmento da chamada “elite” macaense continua a ter um papel preponderante na sociedade civil, assim como na própria estrutura da governação directa e indirecta. A questão poder-se-á colocar na fase pós geracional. A ver vamos.
A entrevista completa está acessível em http://hojemacau.com.mo/?p=81562
"The BJP is buoyant in the state and it has every reason to be. The party has, for the first time, secured lead in 29 of the 87 Assembly segments covering the six Lok Sabha seats in Jammu and Kashmir. Not just that, it is optimistic about further improving its tally in the Assembly elections, and form the government in the state."
"Iraqi Prime Minister Adel Abdul Mahdi has ordered the heavily fortified Green Zone in central Baghdad to be open during Eid al-Fitr, his media office said."
"Exactly one month after the 21st Knesset were sworn in, a majority of the Knesset voted late Wednesday to disperse themselves and initiate an unprecedented repeat election on September 17."